
Onde assistir Cuidado com a Língua • Temporada 10
13 episódios
- Viana do CasteloE1
Viana do CasteloViana do Castelo e a troca do "b" pelo "v" nos falantes do Minho. Começando logo com a explicação do próprio topónimo: Viana do Castelo porquê? E quanto ao significado original do nome Viana? Três outras curiosidades em foco: a conhecida troca do "b" pelo "v" nos falantes da região, a confusão entre «miradouro» e «belveder» e o sentido do provérbio «Gente do Minho veste pano e linho.» Convidada: Patrícia Tavares - TipografiaE2
Tipografia"Cuidado com a Língua!" com a arte de imprimir, entre tipógrafos e linotipistas. A tipografia e as muitas palavras e expressões alusivas à arte de imprimir livros, revistas ou folhetos. E de outras confusões, como é o caso da pronúncia e do plural da palavra "caráter", no sentido de tipo de letra. Ou de "impresso" e de "imprimido"; "página", "paginação" e "paginar". E qual é a diferença entre um "tipógrafo" e um "linotipista"? Duas outras curiosidades: sobre a figura do "ardina" e o verdadeiro significado e origem do vocábulo "pasquim". - CastanhasE3
Castanhas"Cuidado com a Língua!" com uma vendedora de castanhas. «Pregar um prego», «pregar uma seca» e um «pregar» de uma vendedora de castanhas - qual a diferença, de sentido e pronúncia, e porquê? E quanto à palavra «castanha» e suas tantas e saborosas derivações («estalar a castanha na boca», «apanhar uma castanha «levar uma castanha [do irmão mais velho]» ...)? E no fim deste episódio do magazine "Cuidado com a Língua!", quando o humorista Eduardo Madeira se queixa de se sentir «o pior convidado» do programa, porquê a buzinadela? - ÁguaE4
ÁguaNo cenário natural do Aqueduto das Águas Livres de Lisboa e do Museu dos Barbadinhos decorre este novo episódio do magazine "Cuidado com a Língua!", à volta do tema do «precioso líquido" - ainda mais valioso nestes ásperos tempos de «seca extrema» em Portugal. Veremos nele como tudo começou para o regular abastecimento de água potável na capital portuguesa e as suas marcas no que falamos e escrevemos em português, hoje em dia. Por exemplo, a origem da própria palavra "água" e dos seus muitos significados. E porque é que há quem diga /áuga/ e /iágua"? E os outros tantos provérbios com ela relacionados? E de onde, e desde quando, nos chegou o termo" chafariz"? E ainda: a diferença semântica do verbo "bombar "em Portugal, em Angola e no Brasil, a confusão generalizada entre "perda" e "perca", ou quanto ao emprego da forma verba «precisa-se de...». - Calçada PortuguesaE5
Calçada PortuguesaA Calçada Portuguesa, de Lisboa ao Rio de Janeiro - aqui designada de "Calçadão", com os seus 4,15 km de extensão na praia de Copacabana -, está em foco neste episódio do "Cuidado coma Língua!". Ela e os seus artífices da mais criativa pavimentação das praças e passeios de uma cidade. E, claro, com as inúmeras palavras e expressões relacionadas com o tema. Por exemplo, o denominador comum entre "grilhetas" (ou "calcetas"), "calcetar", "calças", "calçado", "calcanhar" e "calcar". E como se denomina, e porquê, o pilão usado pelos calceteiros para bater a pedra até ela ficar bem presa ao chão? E o que se quer dizer com a frase «deixar a pedra "releixada"»? - ÉvoraE6
ÉvoraÉvora e a sua milenar região é o tema deste magazine "Cuidado com a Língua!". No cenário natural das marcas históricas da cidade Património Cultural da Humanidade, falar-se-á do nome como ela se denominava nos tempos dos romanos. E dos "menires" "cromeleques" e "megálitos" à volta, mais as suas origens e significados específicos. Ou, a propósito da maior catedral medieval do país, sobre o denominador comum das palavras "catedral", "cátedra" e "cadeira"; "claustro, "clausula"", "recluso", "reclusão" e "claustrofobia". Ou, ainda, quanto à razão de chamarem hoje "eborenses" aos naturais e habitantes de Évora. E o que quererá dizer «ficar (ou estar) derramado»? E fazer uma «matrafia? - ChapitôE7
ChapitôNeste "Cuidado com a Língua!" Diogo Infante leva-nos aos bastidores do Chapitô, em Lisboa, e entre malabares e malabaristas, acrobatas e acobracias, palhaços e arlequins, fala sobre o tão diversificado léxico à volta de um artista de circo. Por exemplo, sobre a origem milenar da própria palavra circo e sobre a expressão «andar na corda bamba». A locução continua a cargo da jornalista Maria Flor Pedroso e o convidado é José Carlos Garcia. - EstrangeirismosE8
EstrangeirismosO uso excessivo dos estrangeirismos no espaço público em Portugal estão em foco neste "Cuidado com a Língua!". Por exemplo: porque é que um local com vários espaços comerciais e também culturais da cidade de Lisboa se há de chamar Lx Factory? E porquê loja "vintage", trocado pelo portuguesíssimo "loja de velharias"? Diogo infante e o seu convidado de hoje, o economista António Bagão Félix, trazem-nos também os muitos outros casos de estrangeirismos que há muito assentaram arraiais na língua portuguesa, devidamente adaptados à sua feição ortográfica. - PresidênciaE9
PresidênciaA Sala Dourada e a sua célebre sacada, a águia bicéfala do teto da Sala Princesa, as jaulas no Pátio dos Bichos do tempo de D. José e o «render da guarda» e as suas múltiplas variedades semânticas. Neste "Cuidado com a Língua" temos uma visita guiada ao Palácio de Belém, a residência oficial do Presidente da República - outrora dos reis de Portugal, com o nome de Palácio das Leoneiras - ModistaE10
ModistaA arte de costurar com as suas especificidades linguísticas constitui o tema de mais um Cuidado com a Língua! Diogo Infante e a sua convidada, a atriz Cucha Carvalheiro, discorrem, numa "aula" de costura, com o apoio da jornalista Maria Flor Pedroso, sobre a diferença entre uma costureira e uma modista, à volta das expressões «fazer ilhó» e «ter para os alfinetes». Trocam também impressões quanto ao significado de pesponto e a diferença entre coser e cozer e cosedura e cozedura. Ou, ainda, sobre o tropeção recorrente «alfinete "de dama"» e os variados sentidos do verbo provar. - CampinosE11
CampinosEntre campinos, touros e pastores na lezíria ribatejana decorre mais um "Cuidado com a Língua". Uma incursão a um sem-número de palavras, expressões e provérbios alusivos à arte campaniça - tais como «pampilho», «arrebanhar», «mulher, cavalo e cão, não se emprestam nem se dão» . Ou a história do uso do barrete nas suas diversas cores e designações ao longo dos tempos. E, ainda, a razão de chamar Ribatejo ao Ribatejo. - CinemaE12
CinemaUma ida ao cinema neste Cuidado com a Língua! com o jornalista Mário Augusto como cicerone pelos corredores da Cinemateca de Lisboa. A «sétima arte» e a sua terminologia tão específica à lupa de quem a conhece particularmente bem. Por exemplo, porquê «sétima arte», e desde quando passou a chamar-se assim o «cinematógrafo» - como era denominado no tempo dos irmãos Lumière. Ou a expressão «fazer uma fita» ... nos seus dois sentidos. Ou, ainda, o sem-número de estrangeirismos do léxico cinéfilo... com correspondência em português. - VeterináriaE13
VeterináriaDiogo Infante e a sua cadela Nina vão ao veterinário neste Cuidado com a Língua! Mais propriamente ao hospital escolar da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa, onde são tratados - e estudados - os mais diversos animais, incluindo os de grande porte, como os cavalos. Um mundo, ele próprio, de termos e expressões características. Até de erros em falantes menos avisados, como dizerem "vetrinário" (e porquê). E de onde vêm as expressões «dar trela [a alguém], «vida de cão» e «dizer cobras e lagartos»? Ou, ainda, esta outra curiosidade linguística: a razão de os filmes de animação, especialmente no seu início, serem, quase sempre, com animais.
