Casa-AbrigoSeason 1

Inspired by real stories, we follow Vera, Madalena, Conceição and Gabriela, victims of domestic violence in a shelter. Together, they rediscover the place they occupy, while trying to gain independence and security to start a new life. Each episode is dedicated to one of the women and also to Joana, the psychologist who accompanies them. A personal sharing and a unique testimony from women who are not limited to the dramatic situation in which they find themselves, without being able to forget it.

Onde assistir Casa-Abrigo • Season 1

6 episódios

  • O Abrigo de Vera
    E1
    O Abrigo de VeraRapidamente Vera percebe que a Casa é um abrigo e um local de encontro e suporte para estas mulheres (que também ali encontram família) mas que é também uma violência à sua autonomia, marcada por pequenos pormenores: o recolher obrigatório, a impossibilidade de trancar portas, os sons que contrastam com o silêncio da casa que deixou para trás, as rotinas e tarefas num quadro exposto na sala, o monitor de serviço, Frederico, que está ali para ajudar.
  • O Abrigo de Madalena
    E2
    O Abrigo de MadalenaMadalena não lida bem com a forma como Vera supera a sua dificuldade inicial em integrar-se na Casa, algo que Madalena nunca chegou verdadeiramente a fazer. Rafael, o filho, irá visitá-la e Madalena compreenderá que não pode almejar a dependência dele por ela, na qual se reflecte a dela por ele. Através de Rafael percebemos que os filhos são também vítimas e que essas são outras feridas que precisam de ser cuidadas. Vera continua a deixar Madalena desconfortável o que aumenta o conflito entre ambas, plantado desde o início.
  • O Abrigo de Joana
    E3
    O Abrigo de JoanaJoana, que nos faz a visita-guiada à Casa-Abrigo, é a psicóloga acarinhada pelas mulheres da Casa. Neste episódio compreendemos melhor a relação que tem na sua vida íntima com Bernardo e como a sua vida profissional tem contaminado as decisões da vida pessoal, sem que tivesse noção disso, uma vez que sempre se pensou consciente da necessária separação. Joana terá ao seu cuidado uma criança que foi deixada pela mãe e não regressará à Casa. Essa criança será também o motivo que fará Conceição sentir que não pode deixar os filhos e o neto e que deve regressar.
  • O Abrigo de Conceição
    E4
    O Abrigo de ConceiçãoConceição é um poderoso símbolo da História da violência doméstica. Assistimos desde o início à sua frustração com o modo como o sistema protege o marido e à falta de apoio desse mesmo sistema, cuja única protecção que lhe pode oferecer é uma oportunidade de clausura na Casa-Abrigo. Essa frustração não faz com que Conceição deixe de ser uma força motora na Casa e no comando do estado de espírito do grupo. Conceição decide deixar a Casa, procurando descolar-se do lugar de vítima para recomeçar a vida que sempre prezou. Conceição tinha um trabalho que gostava com as outras mulheres na fábrica de cerâmica, os filhos, o neto que a despedaça em saudades. Se o marido não é preso, não será ela a ficar ali. Conceição deixa a todas um legado de lutarem por elas e não apenas contra os agressores, uma vez que perdeu essa luta.
  • O Abrigo de Gabriela
    E5
    O Abrigo de GabrielaGabriela vai revelando ao longo dos episódios a dependência que tem com as relações na Casa, na qual projecta a sua ideia de família. É também na relação com Sandrine, a dona do cabeleireiro em que trabalha, que se vai desvendando e criando uma relação independente. Gabriela tem de lidar com o legado de Conceição e resolver a sua partida. Gabriela não regressa à Casa no recolher obrigatório e entregar-se à redescoberta de antigas experiências numa saída à noite no centro, onde conhece Pedro. Ao regressar de madrugada Gabriela tem de lidar com as consequências de ter quebrado as regras e coloca Joana no difícil lugar de ter de a transferir para outra Casa ou de ter de aceitar que talvez tenha chegado o seu momento de iniciar uma vida fora dali.
  • Casa-Abrigo
    E6
    Casa-AbrigoCom a notícia da morte de Conceição, todas as personagens são confrontadas com a aceitação do lugar de vítimas sem se poderem esquecer que têm de estar preparadas para um recomeço. Todas descobriram a importância de se reconhecerem autonomamente e reconquistaram a confiança e auto-estima em si próprias. Chegadas a este ponto, o confronto com a realidade de muitas vítimas de violência doméstica abala a construção que foram alicerçando. A morte de Conceição traz à tona o medo com que cada uma batalhou mas juntas vão decidir honrar a amiga e não deixar que seja o medo a comandá-las. Terão de ser elas a lutar em seu próprio nome, em nome de Conceição e de todas as outras mulheres que passaram e que passam pela violência da qual estas foram e são vítimas.
  • Maria João PinhoVera
  • Leonor SilveiraMadalena
  • Ana Sofia MartinsJoana
  • Filomena GiganteConceição
  • Rita CabaçoGabriela

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